terça-feira, 3 de janeiro de 2012

O Imobilismo imobiliário ou o efeito marginal.

balancingQuem quer vender para comprar não pode nem sente a  crise. Vamos analisar varias situações.

Tenho um imóvel para vender em Sesimbra que comprei em 2004 por 150.000 €.


Actualmente o mercado só paga por este imóvel 105.000 €, realizo uma menos valia de 45.000€

Pretendo comprar igual tipologia em Tróia, um imóvel que antes custava 180.000 € consigo comprar por 130.000€.


Nesta fria analise como só os numero são, tenho um ganho potencial nesta permuta ou venda e compra de 5.000 €

Se a mesma comparação fosse feita em 2008, teríamos algo como isto;
O imóvel de 2004 comprado por 150.000€ seria vendido por 185.000 € com uma mais valia de 35.000 €.

Compraria o imóvel de Tróia  que de 180.000 € valeria nessa altura 220.000€
Conclusão: Hoje, entre uma venda e uma compra em plena baixa de preços, para quem quer vender para comprar pode representar um maior ganho e consequentemente menor investimento para satisfazer as suas necessidades.
 


A única dificuldade que temos de ultrapassar é aceitarmos que, para fazer um bom negócio, tenho de ter uma menos valia na venda, algo que os Portugueses têm dificuldade em aceitar, afinal de contas a galinha da vizinha é sempre mais gorda que a minha.

Bom Ano.
 
neves alta
Fernando Neves

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Pronto, vamos lá emitir moeda

Money_Printing
A Solução que todos sabiam que resolvia a crise, mas que ninguém queria acreditar ser a única.

Todos os países quando estavam com dificuldades financeiras, usavam uma das variáveis económicas ao seu alcance  e colocavam as rotativas do seu banco central a emitir moeda sabendo que no limite enfraqueceriam o valor da sua moeda e provocariam aumento da inflação.

Outra solução para os problemas financeiros e desemprego elevado era entrar em guerra e de preferência ganha-la, mas se isso não acontecesse lá se tinha de emitir moeda.

Os Alemães foram dos últimos a fazer após a II grande guerra e os EUA ainda o fazem apesar de fazerem venceram algumas das guerras que vão arranjando.

Os Países periféricos fruto desta limitação têm sido alvos de uma especulação agressiva estando as suas taxas de financiamento a valores impagáveis e recorreriam seguramente á emissão de moeda ao invés de se financiarem a taxas especuladíssimas por aqueles que na falta da bolsa, vão brincando as cidades e países.

A Europa assiste ao desmoronamento do Euro como se de uma moeda de outrem se tratasse e mais grave, colocando os interesses económicos à frente das necessidades dos seus povos que sufocam de medidas restritivas sem limites.

Com tantas reuniões apressadas e super importantes para salvar a Grécia e o Euro e Portugal e a Itália e a Irlanda e os Espanhóis...

Tudo o que temos assistido é a montanha a parir um rato após outro.

A solução da emissão será tanto mais morosa quanto a economia Alemã resista, como convencer os Alemães ou acelerar esta necessidade ?

1º propor a saída da Alemanha da moeda única.
2º Obrigar a Alemanha a aceitar as Eurobonds com manifestações contra o consumo de produtos da origem destes.
3º emitir euros em Casa e comprar a Alemanha.
 
Eu Voto na Primeira…
 
eu blog[4]
Fernando Neves

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Colocar lenha na fogueira!

bank-collapse-cartoonApós a falência em 2008 de bancos de grande dimensão nos EUA vem agora o Dexia na Europa ameaçar a insolvência enquanto alguns se apressam a referir que todos tem os seus depósitos garantidos até 100.000 €.
E quem tem mais ??? Fruto de anos de poupança e quem tem menos podem lá ir todos pedir o seu dinheiro HOJE..
Sabemos que não.

 
Quando toda este crise tem inicio na banca, porque continuar a deixar as suas poupanças no banco, lembra-se quando o aconselharam a comprar acções até com empréstimos ??
Algumas vez telefonaram a dizer venha vender as suas acções ??
Se as poupanças que temos aplicado na banca, agora a taxas elevadíssimas, que o próprio banco de Portugal desaconselha, fossem aplicadas na economia real com financiamentos para as empresas e particulares, em abono da verdade razão para  qual a banca foi criada, até  podíamos ser impelidos a deixar as nossas poupanças.


Mas tal não acontece e quando todo o colapso da economia financeira atinge o seu pico, o que fazer?
Vimos muitas poupanças serem aplicadas em Ouro e vimos muitas mais serem aplicadas em petróleo e outras matérias primas, criando movimentos especulativos em torno de bens essenciais com o povo a pagar a factura.


E se aplicássemos as nossas poupanças na nossa economia ???
A compra de bens imobiliários afectados pelos financiamentos exagerados, têm vindo a perder valor e são hoje um activo bastante seguro para quem quer investir, simultaneamente estamos a investir na economia real, na nossa industria de construção que sempre foi responsável pela criação de tantos empregos  e pagamento de tantos emolumentos junto do estado e autarquias.
Simultaneamente, os milhares de pessoas que perderam a sua casa para as bancas e que agora ficam impedidas de lá voltar para se financiarem necessitam de uma habitação não lhes restando outra solução que não o arrendamento.


Surge aqui mais outra oportunidade para aplicar as suas poupanças comprando imóveis para arrendar.
O Imóvel é um bem sólido e seguro  e a remuneração do arrendamento estimula a economia real.
A Casa Caso esta orgulhosamente a fazer gestão de património imobiliário com soluções de rentabilidade em imobiliário turístico e residencial.

E  você onde vai aplicar as suas poupanças?

 

eu blog[4]
Fernando Neves
Casa Caso

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